24 de março de 2008

Death Toll




We're now five years into a war leading nowhere.

Five years of bloody carnage on both sides of a fence we don't know exactly what it is. When the baddies and the goodies are not so clearly distinguishable.

On 9/11, 2.977 people were killed (2.741 American citizens plus 236 people of foreign origin) not including the presumed 19 terrorists.

Five years into a war against a, most probable than not, wrong target 4.000 American troops have been killed in the Iraqi battleground. More Americans have died in a war against terror than those who were killed on a terror act.

Alongside the 4.000 US army soldiers fallen as war casualties we're not counting the thousands more of Iraqi civilians dead either on suicide bombings or as victims of failed and miscalculated war actions. We're not counting the foreign war correspondents on site. We're not counting the Italian, Australian or other international Armed Forces troops. And, of course, we're not counting the suicide bombers (as we don't count terrorists).

Five years into the war and somebody's hands are tainted with blood.

15 comentários:

antonio disse...

Tal como o meu amigo Luis Castro que vê uma Bagdad rejubilante de confiança nas suas forças policiais e unida para combater a Al Qaeda, também eu proponho aqui uma visão diferente.

Não reduzo este assunto a um balanço entre o deve e haver, tipo mercearia da esquina, mas existe uma subtil diferença:

No 9/11, morreram Norte Americanos em Nova Iorque, hoje (ou nos últimos 5 anos) morrem soldados, muitos deles emigrantes aspirando à nacionalidade americana... mas morrem soldados profissionais e no Iraque. (Devo confessar a minha falta de sensibilidade, mas choca-me mais a morte de civis em Nova Iorque do que a morte de soldados profissionais no Iraque.)

E depois, a Al Qaeda mudou o seu foco de actuação de Nova Iorque para Bagdad... o que faz uma certa diferença!

Blondewithaphd disse...

Dear Antonio,
Claro que a morte de civis também me choca mais do que a de profissionais pagos para a guerra! E não morrem civis em barda no Iraque todos os dias? E porque será que a AlQaeda mudou a atenção para o Iraque? Pois é... faz toda a diferença.

antonio disse...

Será que esse não foi um dos objectivos? Empurrar a Al Qaeda para novos terrenos... longe de casa? (Isto para quem os custos são sempre relativos...)

C Valente disse...

O que eles dizem, acreditar é que se torna dificil, direi impossivel
Saudações amigas

Tiago R. Cardoso disse...

No entanto o senhor da foto continua a dizer que esta guerra é boa, que vão ganhar e que voltaria a fazer igual, resumindo, o burro não aprende línguas.

António de Almeida disse...

-Tenho dificuldade em apoiar a guerra, e pior, a estratégia do pós guerra, onde não correu tudo mal, foi sim tudo feito de forma errada. O único aspecto positivo foi o derrube de Saddam, muito pouco, nem sequer o petróleo conseguiram controlar. Pode ser que o Iraque venha a ter futuro, pode ser...

Blondewithaphd disse...

Dear Antonio,
Yeah, sure, whatever the strategy, if ever there was one, would only have to serve the interests of one single power.

Blondewithaphd disse...

Dear CValente,
Aliás, mesmo antes da guerra deflagrar já sabíamos que não podíamos acreditar no que as potências envolvidas estavam a dizer.

Blondewithaphd disse...

Dear Tiago,
O senhor da foto pode dizer o que bem entender!!! Ele, afinal, não diz também que fala com Deus e Deus com ele?!

Blondewithaphd disse...

Dear Antonio de Almeida,
Todos sabemos que o Médio Oriente é uma área complexa em termos geo-estratégicos, nunca foi um local pacificado, nem na mais remota Antiguidade. Certo que derrubaram um ditador. Cedo veremos lá outro. A guerra foi mal planeada e pior executada. A retirada vai ser um desastre e, muito sinceramente, neste momento é até preferível que nas eleições americanas vença o MacCain porque é um único que ainda pensa numa retirada com o mínimo de danos colaterais.
Resta aos iraquianos tentarem fazer alguma coisa do seu país.

joshua disse...

Não à guerra ofensiva. Ponto. As obscenidades em decurso ofendem a nossa razão e o projecto de uma humanidade sem impérios, sem oprimidos e sem opressores.

Até de grandes males se podem tirar grandes bens, está escrito. Mas podíamos muito bem passar sem os primeiros. Os tempos, porém, estão para novas guerras cínicas, de fundo económico, sob o mais conveniente dos pretextos aparentes.

PALAVROSSAVRVS REX

quintarantino disse...

Not mine, that's for sure!

And did I read well?
You are now a McCain fan?
Well, I also think he migt be elected against all odds. Funny, won't it be?

bluegift disse...

And if McCain wins a new war will follows...

Blondewithaphd disse...

Dear Josh,
Não à guerra! Ponto final, exclamativo e definitivo.

Blondewithaphd disse...

Quinn and Carol,
Só o McCain vai retirar faseadamente do Iraque. O Obama quer retirar já e deixar que os iraquianos se amanhem, a Clinton quer retirar em 6 meses que vai dar ao mesmo. O McCain vai prolongar as coisas a ver se as resolve. Ao menos tem um pensamento consistente.