9 de setembro de 2010

De regresso à noitinha

Vai anoitecendo e já esfriou. Passo ao largo da cidade grande sem entrar. Parece que deslizo num voo rasteiro. Olho as luzes, pontos brilhantes de amarelo. Imagino o mar de gente, a densidade populacional e penso na sorte que tenho à medida que as luzes se vão espaçando e diluindo na paisagem. Gosto cada vez mais de chegar a casa.

2 comentários:

Daniel Santos disse...

e à medida que os dias arrefecem sabe cada vez mias o quente do lar.

zana dias disse...

...que bom!!! É que há muito boa gente que não gosta de meter a chave à porta!