29 de dezembro de 2010

Bater perna

Tarde de chuva. Saldos. Centro comercial. Os meus afilhados. A minha amiga C. Não tenho pachorra nem para tardes de chuva, nem saldos e muito menos centros comerciais. Só posso mesmo gostar dos putos e da minha amiga... E porque é que eu tenho a impressão que saldos significam só trapagem investível e incalçável? E já agora, também será impressão minha ou a malta ainda não se deu conta de que estamos em crise?

8 comentários:

Eu Mesma! disse...

Ainda ninguem deve ter entendido a crise... é que os cc estao cada vez mais cheios....

:(

Pedro disse...

a crise
é dos outros

e os outros
nunca sou eu

antonio - o implume disse...

Blonde no seu melhor!

Ältere Leute disse...

1ª pergunta:
Porque de tanta voragem e avidez traduzida em mãos que apalpam, mexem, remexem,vestem,despem, calçam, descalçam... ficam mesmo investíveis e incalçáveis.

2ª pergunta:
Não, ainda não se sentiram os cortes.Só ouvir e ver escrito que vão acontecer,não é concreto...

António de Almeida disse...

Os portugueses ainda não interiorizaram a crise, muitos só irão acreditar quando receberem o vencimento de Janeiro, ou pior, quando derem pela falta do dinheiro durante o mês de Fevereiro, até lá...

James disse...

Eu pessoalmente axo que é uma mistura entre desesperança e sebastianismo.
Concretizando:
!. Agora há, amanhã logo se vê, 'bora nessa.
2. Alguma coisa há-de acontecer, alguém se há-de 'perfilar' (palavrão horrendo...), a gente safa-se como de costume.
A partir daí os comportamentos das pessoas são entendíveis. Não que sejam racionais, mas as coisas são como são, não somos alemães, felix ou infelixmente.
Para refrasear uma expressão do tempo da ditadura militar brasileira, «Portugal, ame-o ou deixe-o».
Pois é...

:-)

James disse...

***deseperança = (des)esperança

assim é que devia estar escrito... sorry.

mdsol disse...

:))