10 de outubro de 2011

É o medo

Talvez seja o medo o que impede os madeirenses de darem novo destino ao seu destino. E talvez seja até uma forma subliminar de nos dizerem desse medo.
Envergonho-me por todos nós que mantemos, dentro do nosso espaço soberano, um pedaço de solo sob um regime que oscila entre algo pseudo-democrático e paradoxalmente pseudo-autocrático.

7 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

A verdade é que também temos Madeiras e madeirenses no Continente, como o demonstram os casos de Oeiras, Gondomar ou Felgueiras, para citar apenas alguns.
O espírito "roubou mas fez obra" está perigosamente enquistado entre nós, o que não augura nada de bom para o futuro...

Fernando Lopes disse...

É certamente o medo de perder o trabalho. Quando 33% da população trabalha directa ou indirectamente para o sector público, esses votos têm um peso brutal na manutenção do statu quo.

Abobrinha disse...

Não é bem assim: o Jardim perdeu uma percentagem importante dos votos! Isso tem que contar para alguma coisa!

salto para a lua disse...

como diz a Abobrinha "o Jardim perdeu uma percentagem importante dos votos", o que é um claro aviso de mudança. infelizmente, o ditador mantêm-se no seu assento e de lá só sairá daqui a 2 ou 3 anos. entretanto, o mal já está feito.

Daniel Santos disse...

habitos.

zana dias disse...

Sim, os velhos hábitos (então e se rodeados de água!) são bastantes resistentes às mudanças!

Ana FVP disse...

E faz confusão como é que, depois de todas as notícias, ele se mantém lá...