3 de julho de 2013

Começos parvinhos, fins parvinhos

Dois briefings depois acabaram os briefings.
Tiveram a inaudita e peregrina ideia dos briefings porque supostamente o Governo tinha imensas coisas que comunicar, agora que as há à pazada e em catadupa acabam os briefings porque, pelos vistos, não há nada a assinalar. Isto anda ou não anda tudo parvinho?
Aqui.

1 comentário:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Os briefings tinham de acabar, caso contrário, à média de uma demissão por briefing, na próxima semana não teríamos governo...