11 de junho de 2011
Sh*t my dad says
Acabei de ler e é... hilariante. Pelos vistos também virou série de TV e vai estrear em Portugal. O exemplo perfeito de como as redes sociais, neste caso Twitter, se tornam veículos fenomenais de ideias que depois os agentes literários aproveitam para best-sellers daqueles que perduram nas listas do New York Times. Very lol stuff! E leitura boa para quem precisa descansar de coisas mais sérias.
7 de junho de 2011
6 de junho de 2011
Blonde a Ministra da Agricultura!
Ok, Secretrária de Estado da Agricultura já que o Ministério deve ter ido para as couves.
Sempre estou para ver o que é que vão fazer à Agricultura/Lavoura no quadro deste Governo de coligação e sempre quero ver como é que vão sustentar o tão-apregoado regresso à terra e, também, sempre estou para ver qual é a pessoa com créditos dados na área que lá vão colocar. Sim, porque depois de terem desbaratado a agricultura quem é que sabe da poda neste país? (Pronto, pronto, eu até sei umas coisas que nem só de PhD vive uma pessoa).
Bom, como herdeira agrícola de agricultura falida aguardo ansiosa o que nos vai acometer...
Sempre estou para ver o que é que vão fazer à Agricultura/Lavoura no quadro deste Governo de coligação e sempre quero ver como é que vão sustentar o tão-apregoado regresso à terra e, também, sempre estou para ver qual é a pessoa com créditos dados na área que lá vão colocar. Sim, porque depois de terem desbaratado a agricultura quem é que sabe da poda neste país? (Pronto, pronto, eu até sei umas coisas que nem só de PhD vive uma pessoa).
Bom, como herdeira agrícola de agricultura falida aguardo ansiosa o que nos vai acometer...
5 de junho de 2011
O dia seguinte
Agora que a algarraza acabou a ver se arregaçamos as mangas, deixemos entrar a austeridade, tratemos dela de frente e nos façamos um país.
Em dia de votos
Aqui no meu campo cheira a braseiros com sardinhas, a sol e a calor. No meu jardim a relva ainda cheira a corte. Não sei se apetece a alguém votar. Lá vou; com um velho cartão de cartolina puída e um cartão de cidadão século XXI que deixa as tecnologias entregues à cartolina amarelada. E a sensação de que qualquer cruz é indiferente. Não há carismas. Não há Estado. Nem tão pouco há males menores. Há esta coisa amorfa num país cansado.
Enfim, vamos lá votar...
Enfim, vamos lá votar...
2 de junho de 2011
Um dia daqueles
É feriado no meu campo. Mas a cidade trabalha. Trabalho. Como uma bola de berlim ao lanche (aos anos...). A contabilista diz-me quanto tenho de pagar ao fisco. O jardineiro teve ajudante porque não se aguentava com o serviço (é novo e ainda não conhece os cantos, arrancou como erva uma flor que eu plantei e eu nunca planto nada), acho que me foi ao bolso mas o trabalho ficou aprimorado. Dia longo. Tão longo. Chego no lusco-fusco a um jardim que me espera com cheiro de relva cortada. O Spotty que quer brincadeira. A Casa. A vida da Vida. Estou cansada.
1 de junho de 2011
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