23 de julho de 2012

Na pré-história

O diagnóstico é fácil: um valente kaputt! Não há router, logo não há net, não há TV, não há nada. Primeiro pensamos não sobreviver sem um qualquer tipo de conexão ao mundo além-paredes e além-nós. Depois é susto do desvario do como é que vamos trabalhar? E depois surpreendemo-nos porque sobrevivemos e temos tempo para o que não teríamos se estivéssemos na plena faculdade do usufruto das tecnologias da informação (nome pomposo para a nossa escravatura ao estarmos ligados, ao estarmos em rede, em suma, ao estarmos atados à necessidade estapafúrdia do contacto).
Enfim, a escuridão de comunicação poderia ter sido pior.

3 comentários:

Ältere Leute disse...

Mas quando se soluciona o problema,voltamos a saborear as tecnologias, não é ? A propósito: o meu mail estava na fila...
Que tal caprichar em deixar o tal espaço para as outras coisas antes impensadas?Sobretudo em férias!

D.S. disse...

Quando fiquei dois dias sem luz, ao início, foi o caos. Há uma espécie de comichão física de não se poder ir à net. Mas ao fim do primeiro dia já nos entretinhamos com jogos mentais de países, jogo do stop oral, etc. Foi quase com pena que vimos a luz regressar...

Francisco Nobre disse...

Como viver sem luz? E no entanto a pergunta é espúria pois a falta de electricidade não implica o fim do Mundo. Mas que ajuda numa série de coisas que damos como adquiridas ajuda...