Ainda não percebi nada sobre as dívidas do PM à Segurança Social (nem quero ou vou perceber) mas, neste ruído todo, fico com a sensação que, afinal, há a opção de não pagarmos ou, no pior, há a hipótese de deixarmos as nossas dívidas prescrever. Hmm... interessante...
E se, de repente, todos nós nos usássemos dessas opções?!
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4 de março de 2015
2 de março de 2015
O BE não sabe alemão, yo!
Ia eu muito bem a conduzir pela 2ª Circular quando os meus olhos se dão com aquilo: o Bloco de Esquerda a ver se fala alemão para alemão perceber. Ó valha-me Deus!
Was für Sch... ist es?!*
* "Mas que gaita** é esta?!"
** "gaita" politicamente incorrecta que começa por "m".
Was für Sch... ist es?!*
* "Mas que gaita** é esta?!"
** "gaita" politicamente incorrecta que começa por "m".
24 de novembro de 2014
"Os políticos não todos iguais", diz o PM
Concordo: há uns que têm maiores responsabilidades históricas e sociais do que outros.
12 de novembro de 2014
Andávamos tão preocupados com o Ébola
E vai-se a ver temos a emergência dentro de portas e tão perto.
7 de novembro de 2014
E o sexo "à portuguesa" depois dos 50 já chegou lá fora
Não nos bastava a crise para sermos ridicularizados lá fora, agora uns "queridos" juízes (homens, pós-cinquentões, portugueses de gema) vêm dizer que, para uma mulher com filhos, o sexo depois dos 50 não é lá muito importante. Acho que sim, que prestam um bom serviço à causa judicial portuguesa em trambolhões com Citius e demais morosidades.
E, claro, quando precisamos de nos internacionalizar, também prestaram um belo auxílio ao desígnio nacional. É que com uma simples sentença nos puseram a correr mundo. Já vamos no "The Guardian" e já passámos pelos americanos. Venham mais sentenças destas que é para a internacionalização continuar.
E, meninas, bora lá a despachar que isto depois dos 50 parece que acaba.
Ele há com cada asno...
No Guardian: http://www.theguardian.com/theobserver/she-said/2014/nov/07/when-a-woman-reaches-50-does-sex-become-less-important
E, claro, quando precisamos de nos internacionalizar, também prestaram um belo auxílio ao desígnio nacional. É que com uma simples sentença nos puseram a correr mundo. Já vamos no "The Guardian" e já passámos pelos americanos. Venham mais sentenças destas que é para a internacionalização continuar.
E, meninas, bora lá a despachar que isto depois dos 50 parece que acaba.
Ele há com cada asno...
No Guardian: http://www.theguardian.com/theobserver/she-said/2014/nov/07/when-a-woman-reaches-50-does-sex-become-less-important
8 de setembro de 2014
7 de setembro de 2014
Hoje no Yahoo Finance: Portugal, o melhor sítio para ser reformado
Sim senhora, o Live and Invest Overseas publicou agora o top 10 dos melhores sítios do mundo para onde podem emigrar os reformados americanos. Portugal ficou em 1º lugar. Tudo muito bom, tudo muito "great". Que o país é o 17º mais seguro do mundo. Que o turismo médico é excelente. Que temos um programa de vistos gold que é uma delícia. E que o Al(l)garve é a quinta maravilha do mundo. Acho tudo muito bem. Só tenho pena que Portugal não seja o melhor país do mundo para os reformados portugueses...
Aqui:
http://finance.yahoo.com/news/10-best-places-retire-overseas-142702453.html
Aqui:
http://finance.yahoo.com/news/10-best-places-retire-overseas-142702453.html
21 de fevereiro de 2014
No país da parvoíce
Apesar de dizer que já nada me surpreende neste país, apanho-me sempre em contradição. Avé país das surpresas!
Então as mentes iluminadas decidiram que os meninos do 9º ano têm de realizar um teste diagnóstico obrigatório de Inglês. Certo. O teste é credenciado pelo Cambridge (à falta de melhor, e porque não o Oxford ou o British). Já menos certo. Depois, supostamente, o teste afere o nível B1, competência intermédia de língua para quem não sabe. Certo. Porém, os meninos portugueses do 9º ano serão testados a um nível de 7º ano, portanto não B1. Perdi-me. Ademais, o teste pode ser facultativo para os meninos do 7º ao 12º. Quê? E como é um teste obrigatório, quem quiser o certificado tem de pagá-lo. E depois eu é que me contradigo?
Pergunta estúpida: WTF?!
Então as mentes iluminadas decidiram que os meninos do 9º ano têm de realizar um teste diagnóstico obrigatório de Inglês. Certo. O teste é credenciado pelo Cambridge (à falta de melhor, e porque não o Oxford ou o British). Já menos certo. Depois, supostamente, o teste afere o nível B1, competência intermédia de língua para quem não sabe. Certo. Porém, os meninos portugueses do 9º ano serão testados a um nível de 7º ano, portanto não B1. Perdi-me. Ademais, o teste pode ser facultativo para os meninos do 7º ao 12º. Quê? E como é um teste obrigatório, quem quiser o certificado tem de pagá-lo. E depois eu é que me contradigo?
Pergunta estúpida: WTF?!
12 de fevereiro de 2014
Com dois anos de atraso...
Chegou-me ontem mas é de 2012. Copio o texto de Teolinda Gersão tal como me chegou por mail, declarando que só incapazes mentais conseguem fazer à língua portuguesa o que andam a fazer. Já não reconheço a língua que aprendi aos seis...
Redacção «Declaração de Amor à Língua Portuguesa»
Redacção «Declaração de Amor à Língua Portuguesa»
Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia «ele está em casa», «em casa» era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito.«O Quim está na retrete»: «na retrete» é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos «ela é bonita». Bonita é uma característica dela, mas «na retrete» é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.
No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um «complemento oblíquo». Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo «complemento oblíquo», já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum, o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento,e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados, almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas. Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: «Algumas árvores secaram», «algumas» é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.
No ano passado se disséssemos «O Zé não foi ao Porto», era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa.
No ano passado, se disséssemos «A rapariga entrou em casa. Abriu a janela», o sujeito de «abriu a janela» era ela, subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?
A professora também anda aflita. Pelo vistos no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12º estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas. Por exemplo, o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer, dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em «ampa», isso mesmo, claro.)
Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou: a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas. Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens, ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero. E pronto, que se lixe, acabei a redacção - agora parece que se escreve redação. O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impor a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos. A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: «Ó João, onde está a tua gramática?» Respondo: «Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito».
João Abelhudo, 8º ano, setôra, sem ofensa para si, que até é simpática.
31 de janeiro de 2014
Por causa do FMI... vou sonhar com Brac
O FMI continua a insistir que andamos a gastar acima das posses. E o que é que eles têm com isso?
Ando a sonhar acordada com férias na ilha croata de Brac. E, só por causa da embirrância do FMI, vou embirrar continuar a sonhar com Brac até Agosto.
E a modos que a coisa é assim: "Seus idiotas do FMI, vou a Brac, ouviram? Por isso, cortem-me lá mais no salário que mais disposta fico em ir para Brac." Idiotas!
Ando a sonhar acordada com férias na ilha croata de Brac. E, só por causa da embirrância do FMI, vou embirrar continuar a sonhar com Brac até Agosto.
E a modos que a coisa é assim: "Seus idiotas do FMI, vou a Brac, ouviram? Por isso, cortem-me lá mais no salário que mais disposta fico em ir para Brac." Idiotas!
28 de janeiro de 2014
Sobre esta trampa das praxes
Se fosse para irem fazer um retiro de estudo: não iam.
Se fosse para irem obrigatoriamente para a tropa: não queriam.
Se fosse para irem para a guerra: não gostavam.
Como é para mostrarem um poder mesquinho sobre os fracos: já estão dispostos.
E assim se mostra o país: a brutidão inculta sobre os fracos é uma coisa cultural entendida com naturalidade e aceitação. Se calhar é a isto que chamam os "brandos costumes".
Ele há coisas que não entendo...
Se fosse para irem obrigatoriamente para a tropa: não queriam.
Se fosse para irem para a guerra: não gostavam.
Como é para mostrarem um poder mesquinho sobre os fracos: já estão dispostos.
E assim se mostra o país: a brutidão inculta sobre os fracos é uma coisa cultural entendida com naturalidade e aceitação. Se calhar é a isto que chamam os "brandos costumes".
Ele há coisas que não entendo...
8 de janeiro de 2014
WTF?!
Chega-se ao Inverno e é certo e sabido que as facturas da electricidade me vão irritar até à medula. Bingo!
Então agora pagamos um "imposto especial sobre consumo"? Imposto especial sobre consumo?! De cada vez que acendo a luz estou a consumir. De cada vez que ligo a torradeira estou a consumir. Bem-feita, quem te manda fazer torradas? E que tal acenderes uma vela? Esta gente droga-se. Agora pagamos imposto ESPECIAL sobre o consumo de electricidade como se isso fosse um bem de luxo.
Será que há um imposto standard? Sim, que este é especial (não sei de que é que seja especial, mas é especial).
A outra coisa que me pasma na factura desgraçada é que o IVA sobre a electricidade é de 23%, lá está é um luxo, um bem de terceira necessidade. Já o IVA sobre a contribuição áudio-visual é de 6%, sim porque ver televisão é uma necessidade absoluta e imprescindível à sobrevivência humana.
Só gostava de saber quem são as mentes iluminadas que se lembram destas parvidades. Espera... eu sei.
Então agora pagamos um "imposto especial sobre consumo"? Imposto especial sobre consumo?! De cada vez que acendo a luz estou a consumir. De cada vez que ligo a torradeira estou a consumir. Bem-feita, quem te manda fazer torradas? E que tal acenderes uma vela? Esta gente droga-se. Agora pagamos imposto ESPECIAL sobre o consumo de electricidade como se isso fosse um bem de luxo.
Será que há um imposto standard? Sim, que este é especial (não sei de que é que seja especial, mas é especial).
A outra coisa que me pasma na factura desgraçada é que o IVA sobre a electricidade é de 23%, lá está é um luxo, um bem de terceira necessidade. Já o IVA sobre a contribuição áudio-visual é de 6%, sim porque ver televisão é uma necessidade absoluta e imprescindível à sobrevivência humana.
Só gostava de saber quem são as mentes iluminadas que se lembram destas parvidades. Espera... eu sei.
11 de dezembro de 2013
O melhor texto sobre este miserável estado de coisas
Vasco Graça Moura. Hoje no DN
É duro. Crú. Incrivelmente desapaixonado. Faz doer que se farta porque, afinal, a verdade magoa mais do que a mentira. E assim, por não gostarmos do que nos magoa, vamos seguindo num rolo de mentiras, tapando sóis com peneiras esburacadas e cavando o país de fragilidades a que chamamos casa.
Não consigo colocar em palavras o como este texto me afectou na sua lúcida crueza.
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3580452&seccao=VascoGra%E7aMoura&tag=Opini%E3o-EmFoco
É duro. Crú. Incrivelmente desapaixonado. Faz doer que se farta porque, afinal, a verdade magoa mais do que a mentira. E assim, por não gostarmos do que nos magoa, vamos seguindo num rolo de mentiras, tapando sóis com peneiras esburacadas e cavando o país de fragilidades a que chamamos casa.
Não consigo colocar em palavras o como este texto me afectou na sua lúcida crueza.
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3580452&seccao=VascoGra%E7aMoura&tag=Opini%E3o-EmFoco
18 de outubro de 2013
Como os estrangeiros nos estão a ver
Reportagem do Financial Times sobre as auto-estradas de Portugal. Um país decrépito que seguiu políticas de gente de vistas curtas. Enfim, nada de novo, apenas passámos do estereótipo da mulher de bigode e xaile preto para a imagem do pobrezinho sem dinheiro para as portagens...
Aqui:
http://video.ft.com/2618878640001/Portugals-ghost-roads/World
Aqui:
http://video.ft.com/2618878640001/Portugals-ghost-roads/World
8 de julho de 2013
E porque é que não se pode chumbar?
Feliz ou infelizmente já vou tendo idade para dizer o infame "no meu tempo..." e a verdade é que no meu tempo quem não sabia as matérias chumbava. Que eu saiba nunca ninguém morreu de chumbite. A malta repetia o ano precisamente para aprender o que não tinha aprendido. Era cruel? Demasiado medieval? Um trauma para os petizes? Acho que não. Agora os alunos têm todos de passar que é para me chegarem à faculdade e escreverem que estão no curso de "Recuços Humanos". Passam todos que é para as estatísticas da OCDE virem direitinhas e nós sairmos da trágica cauda da Europa mais que não seja por sabermos ler e escrever (que não sabemos mas isso é lá importante?). Por isso, pasmo quando leio nas notícias que "há 12.000 alunos do 1º ciclo (também não percebo qual era o mal da Primária para agora ser 1º ciclo) em risco de chumbar". Qual será o horror tremendo se houver miúdos que chumbem por não saberem ler e escrever e fazer contas no final da Primária?
é que não há meio de se acabar com o eduquês, caramba!
Aqui.
é que não há meio de se acabar com o eduquês, caramba!
Aqui.
5 de julho de 2013
4 de julho de 2013
3 de julho de 2013
Começos parvinhos, fins parvinhos
Dois briefings depois acabaram os briefings.
Tiveram a inaudita e peregrina ideia dos briefings porque supostamente o Governo tinha imensas coisas que comunicar, agora que as há à pazada e em catadupa acabam os briefings porque, pelos vistos, não há nada a assinalar. Isto anda ou não anda tudo parvinho?
Aqui.
Tiveram a inaudita e peregrina ideia dos briefings porque supostamente o Governo tinha imensas coisas que comunicar, agora que as há à pazada e em catadupa acabam os briefings porque, pelos vistos, não há nada a assinalar. Isto anda ou não anda tudo parvinho?
Aqui.
2 de julho de 2013
Desculpem, agora foi o Portas?
Uma pessoa mal tem tempo para respirar no intervalo de tão alucinantes acontecimentos. Como dizem os ingleses, este país não é para os "faint at heart", que é como quem diz, não é para pessoas facilmente impressionáveis. Porta-aviões ao fundo...
Histeria a mais
Claro que um Ministro das Finanças impopular em tempos impopulares só pode estar a prazo. Saiu ontem e daí? Claro que segundas escolhas não são primeiras mas toda a gente faz o papel e daí? E claro, num governo totalmente desnorteado composto por gente que de estadista não tem nada nascem ideias tão esgrouviadas como briefings diários à comunicação social.
Não fosse pelo enorme sofrimento colectivo que tudo isto implica, diria que nunca vivemos momentos políticos com tanto potencial para nos divertir.
Não fosse pelo enorme sofrimento colectivo que tudo isto implica, diria que nunca vivemos momentos políticos com tanto potencial para nos divertir.
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