Sem que nada o desse a entender, esta estação de comboios, numa Baixa lisboeta que nunca frequento, nem mesmo me são sítios próximos as estações de comboio, mudou-me a vida há exactamente dez anos. Nunca mais nada foi igual. A própria Lisboa não era igual a esta, tão sobrelotada.
A cor da noite caíra sobre o céu, o relógio da Estação do Rossio marcava as 21.30. A vida aconteceu e acontece desde aí...
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7 de agosto de 2019
3 de agosto de 2019
Acordar com Atlântico
Pensei acordar num atlântico inundado de sol e azul. Acordei entre brumas e cinzentos. Fixei-me na beleza selvagem e nórdica que a palidez das cores evoca. A meio do Norte, este Atlântico é tão vasto, profundo e misterioso que me lembra paisagens muito mais setentrionais e frias. Depois há o vento, essa presença aqui denominada nortada, o vento que nos refresca as noites, tão diferentes das do domesticado Mediterrâneo. Aliás, comparo sempre estas duas massas de água na lembrança de que uma é um oceano, a outra um mar e só isso faz toda a diferença.
Abro a portada e inspiro a brisa salina que me desalinha os cabelos e cuja frescura considero fria na contacto com o corpo. Podia ter acordado num belo dia de sol azul mas este cinza também tem o seu encanto.
Abro a portada e inspiro a brisa salina que me desalinha os cabelos e cuja frescura considero fria na contacto com o corpo. Podia ter acordado num belo dia de sol azul mas este cinza também tem o seu encanto.
23 de janeiro de 2019
Como no Livro do Desassossego
Vivo numa bolha. Faculdade-Casa-Faculdade-Casa. Entre ambos os espaços fechados, o carro. Fechado. Preciso ver gente e estar entre anónimos nas suas vidas. Preciso uns minutos fora de portas na cidade que nunca visito, onde nunca entro como passeante. Há cinco minutos de vida que posso usar. Cinco minutos fora da bolha. Subo a pé até ao miradouro de são Pedro de Alcântara. Do outro lado da colina a Lisboa icónica medieval. O castelo. O casario. A tarde cai e está fria e eu vejo-me passeante numa cidade-postal e, por momentos tenho saudades de um passado deixado há décadas de quando aqui estudei e deambulava por estas ruas nos meus afazeres que não me diziam que eu chegaria aqui a este sentimento de Bernardo Soares deambulante, solta de uma bolha em busca da cidade-viva...
12 de janeiro de 2019
E depois há este campo
Os vinhedos dormentes na invernia, o verde perene do campo português. Mais céus de infinito turquesa e a alegria de morar num local onde a alma pode abrir as asas à vontade.
#iloveportugal
#iloveportugal
9 de janeiro de 2019
País maravilhoso
Pode fazer frio. Pode ser o pico do Inverno, mas temos este sol ameno, esta limpidez de céu e este mar infinito. Somos heróis do mar e a ele precisamos sempre voltar. Temos o mar-oceano por tão garantido que nos esquecemos do quão privilegiados somos pela geografia que nos calhou em sortes...
#iloveportugal
#iloveportugal
26 de dezembro de 2018
Árvore 2018
Há dois duendes, de 8 e 5 anos, que se encarregam das decorações natalícias. Dou-lhes uma autorização excepcional este ano: podem escolher o sítio onde vamos colocar a árvore de Natal (como sempre, nesta casa, um resto qualquer de poda). Exultam na alegria de tão fantástica liberdade. Digo-lhes que a mãe deles gostava muito das maçãzinhas quando era pequena. Enchem a árvore de maçãzinhas, como a enchem de ornamentos que vão descobrindo dentro de caixas dentro de caixas. Refreio os meus impulsos de lhes dizer que estão a meter demasiadas coisas na árvore. Não dou palpites e fico-me a observá-los entretidos e a ouvir as suas conversas e negociações. Eles podem estar alegres, eu estou mais, muito e indizivelmente mais.
Também os autorizo a decorar a casa. Ainda me assoma um semi-pensamento de que me vou arrepender na hora de ter de desmontar o Natal mas não quero saber. Lembro-me dos Natais mágicos da minha infância feliz e quero proporcionar algo semelhante aos meus sobrinhos. Acabo com os corrimões decorados, as portas todas, casas-de-banho e cozinha e tudo o que seja puxador de gavetas e móveis. Sim, vai ser bonito arrumar o Natal mas jamais tão bonito como vê-los azafamados.
Um Natal onde haja crianças corresponde a todos os clichés e frases gastas de tão verdadeiras que são.
Feliz Natal!
Também os autorizo a decorar a casa. Ainda me assoma um semi-pensamento de que me vou arrepender na hora de ter de desmontar o Natal mas não quero saber. Lembro-me dos Natais mágicos da minha infância feliz e quero proporcionar algo semelhante aos meus sobrinhos. Acabo com os corrimões decorados, as portas todas, casas-de-banho e cozinha e tudo o que seja puxador de gavetas e móveis. Sim, vai ser bonito arrumar o Natal mas jamais tão bonito como vê-los azafamados.
Um Natal onde haja crianças corresponde a todos os clichés e frases gastas de tão verdadeiras que são.
Feliz Natal!
31 de outubro de 2018
Figos da Índia e marmelada
E é por isto que ninguém me tira daqui deste meu campo. Batem-me à porta e entram figos da Índia e marmelada acabadinha de fazer. O Outono tem destas delícias e eu agradeço sorrindo... Obrigada.
28 de julho de 2018
Coincidências na Lua de Sangue
Dizem que os planetas estavam alinhados, que esta lua só de cem em cem anos nos agracia com esta vista. Dizem coisas que não acredito. Só sei, porém, que a minha vida pode ter mudado ontem, no dia da Lua de Sangue, com os planetas alinhados e todas as coincidências cósmicas em que não acredito mas que me deixam alerta e meio atónita.
A vida da minha irmã também mudou ontem. Será que há coincidências?
A vida da minha irmã também mudou ontem. Será que há coincidências?
24 de julho de 2018
Em contagem decrescente
Todos os anos é a mesma coisa, o cansaço acumulado pesa cada vez mais e os dias arrastam-se sem brilho. Parece que a proximidade das férias é uma lonjura intransponível. E todos os anos a outra mesma coisa: cada vez parece haver mais trabalho, mais ralações, mais pontas soltas à medida que as férias se aproximam. Apetece-me gritar um Arghhhh!
16 de julho de 2018
Porque é que?
Quando estamos numa fila de trânsito a nossa faixa anda mais devagar que as outras? E porque é que quando as outras parecem andar mais depressa e nós mudamos ficam paradas pior do que onde estávamos?
Raiva!
Raiva!
22 de dezembro de 2017
Árvore 2017
Este ano a minha árvore de Natal é uma oliveira. Não uso árvores de plástico, nem derrubo árvores vivas, por isso, todos os anos faço árvores, como dizem os meus sobrinhos, "um bocadinho esquisitas". Normalmente guardo ramos de podas aqui das árvores do quintal, mas este ano encontrei este ramo de oliveira num passeio aqui pelo campo e é este que vai fazer as honras do Natal cá em casa.
Como estive na Alemanha recentemente aproveitei para trazer ornamentos novos da Käthe Wohlfahrt em Rothenburg (é só a melhor loja de Natal da galáxia! Depois faço um post) e, claro, quem decorou a árvores foram os meus elfos de 4 e 7 anos.
O Manel desenhou um boneco de neve à frente da casa da Tia Bá (só a melhor Tia da galáxia!) e, como já está na fase verbal-escrita, legendou a cena apropriadamente.
A Maggie (que agora quer ser chamada Margarida "porque as margaridas são umas flores com umas pétalas") desenhou um boneco de neve gigante, uma árvore de Natal e uma menina com os cabelos em pé "porque estava muito vento". Depois rabiscou uma legenda que a ela lhe fez muito sentido.
Em breve mostro o resultado das decorações...
Como estive na Alemanha recentemente aproveitei para trazer ornamentos novos da Käthe Wohlfahrt em Rothenburg (é só a melhor loja de Natal da galáxia! Depois faço um post) e, claro, quem decorou a árvores foram os meus elfos de 4 e 7 anos.
O Manel desenhou um boneco de neve à frente da casa da Tia Bá (só a melhor Tia da galáxia!) e, como já está na fase verbal-escrita, legendou a cena apropriadamente.
A Maggie (que agora quer ser chamada Margarida "porque as margaridas são umas flores com umas pétalas") desenhou um boneco de neve gigante, uma árvore de Natal e uma menina com os cabelos em pé "porque estava muito vento". Depois rabiscou uma legenda que a ela lhe fez muito sentido.
Em breve mostro o resultado das decorações...
29 de julho de 2016
Murta e malas
Aconteceu-me ontem não saber uma palavra banal em português. Aconteceu-me hoje de novo e tive de ir ao Google translator: myrtle é murta. E ontem a murta do jardim estava tão bonita à luz do pôr-do-sol. Toda florida e eu só lhe chamava myrtle porque me esquecera do nome dela. Murta. Eu tenho tanta sorte por ter esta murta, este jardim e este espaço. Acho que já estou com saudades e ainda não parti. Devo estar com os blues pré-férias (também não sei dizer "blues" em português perdida que ando num espaço intergaláctico de línguas que me povoam a vida e a mente). Estou ansiosa pela aventura que aí vem. Três semanas out e off, totalmente fora das estradas normais. Vai ser excitante, como vai ser cansativo. Mas vou inundar os olhos de mundo. E, no entanto, como amo este pedacinho em que me sou. A murta está linda e eu vou fazer as malas.
14 de junho de 2016
O novo membro da família
Chama-se Shoomy, tem um mês e veio tornar a família mais feliz. É absolutamente encantador. Espalhou nozes pela casa toda achando que são bolinhas óptimas para brincar.
Bem vindo Shoomy! És um amor!
Bem vindo Shoomy! És um amor!
30 de março de 2016
O meu pecado voltou
Não tocava em café desde o dia 2 de Janeiro. Por causa de um susto inconsequente deixei o café de um segundo para o outro. Mas hoje achei que o Purgatório não é lugar para mim. Isto ou bem que é o Céu ou bem que é o Inferno que não existe, o Purgatório é que não. E eis-me aqui chegada a este momento divinal de um expresso caramelo (cortesia das máquinas maravilhosas deste milénio) bebido em versão XXL (que eu ainda não me purguei da alemã em mim) na chávena de outro milénio que pertenceu à avó Arya (sim, como o nome da personagem Arya Stark da Guerra dos Tronos).
22 de fevereiro de 2016
21 de janeiro de 2016
Super aniversário
Estando melhor, ainda não reactivei as rotinas de sempre. Acordo para um dia sem história, sem planos e sem programas. 20 de Janeiro é um dia baço: o Inverno a meio, as Festas já passaram, não há sol, nem feriados, nem férias, nem nada que o anime. Para a história é apenas o dia em que, de 4 em 4 anos, o Presidente dos EUA toma posse. Mas é o dia em que eu escolhi nascer, lá longe, num sítio de gelo e neve e dias ainda mais baços.
Não sei que circunstância cósmica benévola fez com que um dia desplaneado se animasse daquela maneira. Pessoas, ramos de flores, bolos surpresa, festa surpresa, presentes e mais presentes, abraços, beijos, saudades que me apareceram à porta a dizer olá, o telefone em contínua hora de ponta, miúdos animados que cantam parabéns e happy birthday, tecnologias de som e imagem que nos aproximam. Que feliz, feliz 20 de Janeiro...
Obrigada!
Não sei que circunstância cósmica benévola fez com que um dia desplaneado se animasse daquela maneira. Pessoas, ramos de flores, bolos surpresa, festa surpresa, presentes e mais presentes, abraços, beijos, saudades que me apareceram à porta a dizer olá, o telefone em contínua hora de ponta, miúdos animados que cantam parabéns e happy birthday, tecnologias de som e imagem que nos aproximam. Que feliz, feliz 20 de Janeiro...
Obrigada!
17 de janeiro de 2016
Aqui ainda é Natal
O que entrar o ano em bolandas de hospital tem é que aqui em casa ainda está o Natal montado e como, à conta das ditas bolandas, ainda não fiz os jantares de Natal para os amigos (sim, que por aqui a tradição continua a ser o que era), quer dizer que vai haver Natal, pelo menos, até Fevereiro. Donde se comprava o adágio sábio que o Natal é quando uma mulher quiser...
29 de dezembro de 2015
O que eu aprendo com ela
O rito é uma forma de comportamento circular que o Homem inventou para se sentir pertença, para se sentir seguro, para dar sentido à existência. Com a Ältere Leute partilho um rito há muitos anos e, quando o deixarmos de fazer, acho que algo verdadeiramente derradeiro terá acontecido a uma de nós.
Ultimamente andamos de poiso fixo, o que até nem é mau e ajuda à previsibilidade ritualista. Ademais, é um daqueles sítios em que ainda se pode conversar sem que o tudo exterior se sobreponha ao som da nossa conversa. Momentos fantásticos, sempre. Pomos a conversa em dia como se nos tivéssemos visto no dia anterior e nunca nos falta o que tagarelar.
Por coincidências do local, este ano apresentou-me a alguém do seu círculo:
- Esta é a minha Blonde.
E eu detive-me no pronome, sorrindo. Já não é primeira vez que me faz destas inclusões e me coloca mais uma entre "as minhas meninas". É recíproco o possessivo porque ela é minha, muitas coisas. Começou por ser minha orientadora e agora é minha amiga e minha companheira de partilhas. Engraçado, falámos da Zana, que ela conheceu através de mim e, aqui há dias, a Zana veio visitar-me de Natal e falámos da Ältere Leute.
- É tão interessante que tenham ficado amigas - diz-me na constatação de que ninguém desenvolve este tipo de amizades com ex-professores, ex-orientadores. - E parece-me ser tão boa pessoa - acrescenta baseada na sua própria experiência de interagir com ela através destes meios digitais e destas comunidades net modernas.
- É - sorrio. - Se é!
Deu-me um prato pintado à mão na nossa troca de presentes da época.
- Für Plätzchen - entregou-me a sorrir.
E serviu para os ditos cujos. Estreei o prato na mesa dos doces de Natal devidamente preenchido com Speisekuchen de chocolate em forma de coração: ein Herz für Freundschaft.
Quando cheguei a casa vinda do nosso encontro mandei-lhe um SMS a dizer que tinha chegado e que tinha adorado estarmos juntas e... agradeci-lhe ter aprendido algo com ela.
- Aprender?! - foi o SMS de retorno.
Sim, aprender. Este ano ela viu-me na felicidade plena do divórcio maldito acabado, da vida sorridente que se manifesta na ausência de textos mais densos neste blogue-diário de muitas dores nas curvas da estrada.
- As pessoas felizes não têm história - disse-me quando falámos desta minha fase de vida. Concordo. A felicidade não traz introspecção, nem profundidade emocional. A felicidade faz-me fazer trabalhos manuais e passar o tempo sem pensar na vida e isso não dá história. Vê como aprendo consigo sempre, e como me faz pensar em coisas tantas, e tantas vezes? Respondi ao SMS?
Obrigada, minha querida Ältere Leute! Venha 2016 e venham mais vezes de ritual.
Ultimamente andamos de poiso fixo, o que até nem é mau e ajuda à previsibilidade ritualista. Ademais, é um daqueles sítios em que ainda se pode conversar sem que o tudo exterior se sobreponha ao som da nossa conversa. Momentos fantásticos, sempre. Pomos a conversa em dia como se nos tivéssemos visto no dia anterior e nunca nos falta o que tagarelar.
Por coincidências do local, este ano apresentou-me a alguém do seu círculo:
- Esta é a minha Blonde.
E eu detive-me no pronome, sorrindo. Já não é primeira vez que me faz destas inclusões e me coloca mais uma entre "as minhas meninas". É recíproco o possessivo porque ela é minha, muitas coisas. Começou por ser minha orientadora e agora é minha amiga e minha companheira de partilhas. Engraçado, falámos da Zana, que ela conheceu através de mim e, aqui há dias, a Zana veio visitar-me de Natal e falámos da Ältere Leute.
- É tão interessante que tenham ficado amigas - diz-me na constatação de que ninguém desenvolve este tipo de amizades com ex-professores, ex-orientadores. - E parece-me ser tão boa pessoa - acrescenta baseada na sua própria experiência de interagir com ela através destes meios digitais e destas comunidades net modernas.
- É - sorrio. - Se é!
Deu-me um prato pintado à mão na nossa troca de presentes da época.
- Für Plätzchen - entregou-me a sorrir.
E serviu para os ditos cujos. Estreei o prato na mesa dos doces de Natal devidamente preenchido com Speisekuchen de chocolate em forma de coração: ein Herz für Freundschaft.
Quando cheguei a casa vinda do nosso encontro mandei-lhe um SMS a dizer que tinha chegado e que tinha adorado estarmos juntas e... agradeci-lhe ter aprendido algo com ela.
- Aprender?! - foi o SMS de retorno.
Sim, aprender. Este ano ela viu-me na felicidade plena do divórcio maldito acabado, da vida sorridente que se manifesta na ausência de textos mais densos neste blogue-diário de muitas dores nas curvas da estrada.
- As pessoas felizes não têm história - disse-me quando falámos desta minha fase de vida. Concordo. A felicidade não traz introspecção, nem profundidade emocional. A felicidade faz-me fazer trabalhos manuais e passar o tempo sem pensar na vida e isso não dá história. Vê como aprendo consigo sempre, e como me faz pensar em coisas tantas, e tantas vezes? Respondi ao SMS?
Obrigada, minha querida Ältere Leute! Venha 2016 e venham mais vezes de ritual.
26 de dezembro de 2015
Mega-presente
Duvido que alguém perceba o que o logo significa. Mas eu ainda estou parva que um futuro destes habite, agora, numa Casa destas. Eu que vivo a recuperar passados para deixar legados e eis que me invade o espaço este futuro. Se vivi o melhor Natal do mundo? Sim, mas não foi por causa do futuro (deste futuro em particular). Foi porque estivemos juntos, em paz e saúde e família: a família que vem do passado, a que se faz no presente e a que ruma ao futuro. Sou nada e ninguém sem eles. Falta sempre a Mãe, presença omnitudo nas nossas vidas, mas a Vida é isso, é seguirmos um percurso de Tempo e reconhecermos que a família é sempre a mesma, transfigurada como nas leis de Lavoisier.
No final de tudo, Graças e um pedido apenas: perpetuação.
Que Natal, meu Deus, que Natal...
Obrigada.
No final de tudo, Graças e um pedido apenas: perpetuação.
Que Natal, meu Deus, que Natal...
Obrigada.
23 de dezembro de 2015
Sem stress de Natal
Enquanto uns se afadigam em compras natalícias e outras últimas horas...
Fiz as compras todas em Junho e já tenho tudo a postos. Que bom ser Natal.
Fiz as compras todas em Junho e já tenho tudo a postos. Que bom ser Natal.
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