O primeiro Chanceler alemão de que tenho memória foi o Helmut Schmidt. Porém, o político que sempre melhor conheci foi o Willy Brandt, tal era o seu grau de popularidade e presença na vida pública alemã. Ganhou o Nobel da Paz ainda antes de eu nascer e, na pouca intervenção política que o meu Pai teve, teve-a, como ele diz, a colar cartazes para a campanha do Willy Brandt para Chanceler em 1969 (way before I was born).
Penso no meu Pai e penso nas minhas Tias e em todos os que lutaram por uma Europa unida e um mundo em paz. A maior parte deles já morreu. A memória vai-se apagando e vejo o mundo caminhar perigosamente à beira de um precipício. A tentação do abismo é grande...
Aqui em Berlin há um Forum dedicado ao Willy Brandt, à sua vida e ao seu legado. Faço votos de que sejamos mais os que queremos preservar as conquistas civilizacionais do pós-Guerra e do pós-Muro do que os que não se importam.
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9 de janeiro de 2018
17 de fevereiro de 2016
Ao menos têm sentido de humor! :)
Credo, aos séculos que aqui não venho (meu querido blog que tanto me ajudaste quando estava triste e agora que ando feliz mal me vês e eu a ti...).
Mas esta partilho contigo. Disse-me hoje uma amiga americana e eu achei do lol:
Mas esta partilho contigo. Disse-me hoje uma amiga americana e eu achei do lol:
Question: “What is a person called who speaks lots of languages?” Answer: “Multi-lingual.”
Question: “What is a person called who speaks two languages?” Answer: “Bilingual.”
Question: “What is a person called who speaks one language?” Answer: “An American.”
21 de novembro de 2014
Para quem "pensa" que vai ser escritor
O conselho sábio do Michael Cunningham: escrever, escrever, escrever.
http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4252465
http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4252465
1 de fevereiro de 2014
Aprendida hoje
"There are only two pains in life: the pain of discipline and the pain of regret".
Tony Robbins
Tony Robbins
11 de dezembro de 2013
O melhor texto sobre este miserável estado de coisas
Vasco Graça Moura. Hoje no DN
É duro. Crú. Incrivelmente desapaixonado. Faz doer que se farta porque, afinal, a verdade magoa mais do que a mentira. E assim, por não gostarmos do que nos magoa, vamos seguindo num rolo de mentiras, tapando sóis com peneiras esburacadas e cavando o país de fragilidades a que chamamos casa.
Não consigo colocar em palavras o como este texto me afectou na sua lúcida crueza.
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3580452&seccao=VascoGra%E7aMoura&tag=Opini%E3o-EmFoco
É duro. Crú. Incrivelmente desapaixonado. Faz doer que se farta porque, afinal, a verdade magoa mais do que a mentira. E assim, por não gostarmos do que nos magoa, vamos seguindo num rolo de mentiras, tapando sóis com peneiras esburacadas e cavando o país de fragilidades a que chamamos casa.
Não consigo colocar em palavras o como este texto me afectou na sua lúcida crueza.
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3580452&seccao=VascoGra%E7aMoura&tag=Opini%E3o-EmFoco
26 de novembro de 2013
Coisas em que não pensamos
“I’m not unhappy. I’m just not quite ready to be happy.”
Lady Mary Crawley in "Downton Abbey", ontem.
Quantas vezes é que não estamos prontos para sermos felizes...?
Lady Mary Crawley in "Downton Abbey", ontem.
Quantas vezes é que não estamos prontos para sermos felizes...?
23 de novembro de 2011
19 de outubro de 2011
23 de abril de 2011
Páscoa Feliz!
Apesar da chuva. Apesar das contrariedades que estamos a atravessar. Apesar do apesar:
BOA PÁSCOA! Porque há sempre o bom que merece celebração.
3 de dezembro de 2009
Para memória futura
Apanhei esta aqui há dias e, não sabendo onde a guardar mas não me querendo esquecer, remeto-a ao blog:
"Aproveitamento de solidões alheias".
"Aproveitamento de solidões alheias".
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