Eurythmics at their best and just how I feel today!
"Here comes the rain again..."
7 de abril de 2008
Here Comes the Rain Again
4 de abril de 2008
Eu não avisei?

Ora aqui está a prova viva do que eu dizia sobre as insanidades que se fazem no sacrossanto culto da imagem!!!
Perde-se a noção da quantidade de suplementos alimentares que são propagandeados como o melhor remédio para perder peso, acabar com a gordura instalada, drenar o organismo, purificá-lo, eu sei lá. O último fiasco é a dita, cuja imagem se reproduz, e que, pasme-se o leitor incauto, até patrocinava uma das horas de um programa radiofónico matinal daqueles que acompanha o pessoal trânsito fora (e adentro).
Prometia-se acabar com quilos de resíduos e toxinas armazenados no nosso corpo e tornar-nos, dessa feita, mais esbeltos e saudáveis. Claro, isto se a nossa noção de esbeltos e saudáveis for andar por aí a exibir um corpinho mais desgraçado do que as chagas de Nosso Senhor dos Aflitos.
Só me pergunto quando é que as pessoas vão ter juízo para perceberem que não é com mézinhas feitas com princípios activos duvidosos, não testados e não estudados, importados sabe-se lá em que condições selváticas ao arrepio das boas leis de qualidade e vindos de proveniência terceiro mundista (perdão pelo politicamente incorrecto)?
Não é com produtos pseudo-milagrosos que se perde peso e se ganha em auto-estima! Que mundo cruel onde tudo tem de ser vertiginosamente apressado. Leva muitos meses, senão anos, de alimentação cuidada (não acredito nem na palavra nem no conceito de dieta. Aliás, o que é que é dieta?) e de trabalho físico até vermos resultados expressos em melhoria na saúde e na imagem.
Pois... esqueço-me que o ser humano tem pouco auto-controlo, pouco espírito de sacrifício e nenhuma paciência. Assim, restam as Depuralinas desta vida!
Perde-se a noção da quantidade de suplementos alimentares que são propagandeados como o melhor remédio para perder peso, acabar com a gordura instalada, drenar o organismo, purificá-lo, eu sei lá. O último fiasco é a dita, cuja imagem se reproduz, e que, pasme-se o leitor incauto, até patrocinava uma das horas de um programa radiofónico matinal daqueles que acompanha o pessoal trânsito fora (e adentro).
Prometia-se acabar com quilos de resíduos e toxinas armazenados no nosso corpo e tornar-nos, dessa feita, mais esbeltos e saudáveis. Claro, isto se a nossa noção de esbeltos e saudáveis for andar por aí a exibir um corpinho mais desgraçado do que as chagas de Nosso Senhor dos Aflitos.
Só me pergunto quando é que as pessoas vão ter juízo para perceberem que não é com mézinhas feitas com princípios activos duvidosos, não testados e não estudados, importados sabe-se lá em que condições selváticas ao arrepio das boas leis de qualidade e vindos de proveniência terceiro mundista (perdão pelo politicamente incorrecto)?
Não é com produtos pseudo-milagrosos que se perde peso e se ganha em auto-estima! Que mundo cruel onde tudo tem de ser vertiginosamente apressado. Leva muitos meses, senão anos, de alimentação cuidada (não acredito nem na palavra nem no conceito de dieta. Aliás, o que é que é dieta?) e de trabalho físico até vermos resultados expressos em melhoria na saúde e na imagem.
Pois... esqueço-me que o ser humano tem pouco auto-controlo, pouco espírito de sacrifício e nenhuma paciência. Assim, restam as Depuralinas desta vida!
30 de março de 2008
A Tirania do Verão

Pois é, chegou a Primavera e com ela a lembrança de que nós, pobres mulheres do séc. XXI, somos uns seres muito imperfeitos. Passámos a invernia escondidas sob o manto protector das roupas quentes e, agora, o sol vem destapar-nos o corpo e mostrar-nos com toda a crueldade que estamos muito longe dos paradigmas de beleza que vemos por todo lado a entrar-nos olhos adentro.
Assim, na tentativa de nos melhorarmos e de incrementarmos a auto-estima lá vêm os cremes, os comprimidos, as dietas, a consciência de que há ginásios, os chás disto e daquilo, as massagens, as lipos, os spas com mil tratamentos, as mesoterapias, os aparelhos desincrustantes de celulite. Revistas, televisão e rádio ganham fortunas em publicidade a produtos miraculosos que nos deixarão em forma até ao Verão. Farmácias, dietéticas, clínicas, parafarmácias, hipermercados todos nos aliciam com a promessa de melhorar o nosso corpo imperfeito.
Chamo a isto a histeria colectiva, a tirania do mundo da suposta beleza. Não há, na vida real, mulheres como as que desfilam nas passerelles e nos fazem sentir ridículas. Mas isso é o que é estipulado belo. Ninguém fala do suplício das modelos e actrizes e outros ícones de beleza. Ninguém diz que se internam nos hospitais para ficarem a soro e, desse modo, não fazerem ingestão alimentar para não engordarem. Pensamos que fazem muito ginásio, têm uns genes fantásticos e, como têm dinheiro, fazem plásticas e rodeiam-se de bons nutricionistas. Não é bem assim. Passam fome, têm distúrbios alimentares e submetem o corpo às piores atrocidades imagináveis. Depois são modeladas fotograficamente, só se deixam filmar sob certos ângulos mais favoráveis, com determinadas luminosidades, maquilhadas por "make-up artists". São, em suma, uma fraude. E nós, pobres mortais susceptíveis, vamos atrás a pensar que também poderíamos ser assim. Ou invejamo-las como imagens do que gostaríamos de ser e não somos.
Arrelia-me esta imposição do cânone ocidental da beleza. Enerva-me que o modelo a seguir seja uma coisa artificial e fabricada a bisturi e publicidade.
Quando chega a Primavera e vejo lá no ginásio que chega a migração sazonal que quer, em três meses, ficar pronta para o Verão, não deixo de pensar na escravidão da imagem. Confesso que tenho pena daquelas senhoras, que, na grande maioria, vão para ali contrariadas e, certamente, não atingirão os objectivos. Depois penso também nas estupidezes que devem andar a fazer, as dietas malucas e selvagens incutidas pelas revistas, mais a toma de suplementos mal-estudados e pouco testados.
É impressionante a publicidade que existe para a nossa infelicidade! Constrange-me e entristece-me esta ditadura do corpo nos moldes contemporâneos. Como é que se luta contra isto?
Assim, na tentativa de nos melhorarmos e de incrementarmos a auto-estima lá vêm os cremes, os comprimidos, as dietas, a consciência de que há ginásios, os chás disto e daquilo, as massagens, as lipos, os spas com mil tratamentos, as mesoterapias, os aparelhos desincrustantes de celulite. Revistas, televisão e rádio ganham fortunas em publicidade a produtos miraculosos que nos deixarão em forma até ao Verão. Farmácias, dietéticas, clínicas, parafarmácias, hipermercados todos nos aliciam com a promessa de melhorar o nosso corpo imperfeito.
Chamo a isto a histeria colectiva, a tirania do mundo da suposta beleza. Não há, na vida real, mulheres como as que desfilam nas passerelles e nos fazem sentir ridículas. Mas isso é o que é estipulado belo. Ninguém fala do suplício das modelos e actrizes e outros ícones de beleza. Ninguém diz que se internam nos hospitais para ficarem a soro e, desse modo, não fazerem ingestão alimentar para não engordarem. Pensamos que fazem muito ginásio, têm uns genes fantásticos e, como têm dinheiro, fazem plásticas e rodeiam-se de bons nutricionistas. Não é bem assim. Passam fome, têm distúrbios alimentares e submetem o corpo às piores atrocidades imagináveis. Depois são modeladas fotograficamente, só se deixam filmar sob certos ângulos mais favoráveis, com determinadas luminosidades, maquilhadas por "make-up artists". São, em suma, uma fraude. E nós, pobres mortais susceptíveis, vamos atrás a pensar que também poderíamos ser assim. Ou invejamo-las como imagens do que gostaríamos de ser e não somos.
Arrelia-me esta imposição do cânone ocidental da beleza. Enerva-me que o modelo a seguir seja uma coisa artificial e fabricada a bisturi e publicidade.
Quando chega a Primavera e vejo lá no ginásio que chega a migração sazonal que quer, em três meses, ficar pronta para o Verão, não deixo de pensar na escravidão da imagem. Confesso que tenho pena daquelas senhoras, que, na grande maioria, vão para ali contrariadas e, certamente, não atingirão os objectivos. Depois penso também nas estupidezes que devem andar a fazer, as dietas malucas e selvagens incutidas pelas revistas, mais a toma de suplementos mal-estudados e pouco testados.
É impressionante a publicidade que existe para a nossa infelicidade! Constrange-me e entristece-me esta ditadura do corpo nos moldes contemporâneos. Como é que se luta contra isto?
27 de março de 2008
24 de março de 2008
Death Toll


We're now five years into a war leading nowhere.
Five years of bloody carnage on both sides of a fence we don't know exactly what it is. When the baddies and the goodies are not so clearly distinguishable.
On 9/11, 2.977 people were killed (2.741 American citizens plus 236 people of foreign origin) not including the presumed 19 terrorists.
Five years into a war against a, most probable than not, wrong target 4.000 American troops have been killed in the Iraqi battleground. More Americans have died in a war against terror than those who were killed on a terror act.
Alongside the 4.000 US army soldiers fallen as war casualties we're not counting the thousands more of Iraqi civilians dead either on suicide bombings or as victims of failed and miscalculated war actions. We're not counting the foreign war correspondents on site. We're not counting the Italian, Australian or other international Armed Forces troops. And, of course, we're not counting the suicide bombers (as we don't count terrorists).
Five years into the war and somebody's hands are tainted with blood.
Five years of bloody carnage on both sides of a fence we don't know exactly what it is. When the baddies and the goodies are not so clearly distinguishable.
On 9/11, 2.977 people were killed (2.741 American citizens plus 236 people of foreign origin) not including the presumed 19 terrorists.
Five years into a war against a, most probable than not, wrong target 4.000 American troops have been killed in the Iraqi battleground. More Americans have died in a war against terror than those who were killed on a terror act.
Alongside the 4.000 US army soldiers fallen as war casualties we're not counting the thousands more of Iraqi civilians dead either on suicide bombings or as victims of failed and miscalculated war actions. We're not counting the foreign war correspondents on site. We're not counting the Italian, Australian or other international Armed Forces troops. And, of course, we're not counting the suicide bombers (as we don't count terrorists).
Five years into the war and somebody's hands are tainted with blood.
20 de março de 2008
19 de março de 2008
Adenda
É tão interessante observar quando alguém recua porque errou e não pensou e, teimosamente, diz que não! A arrogância invencível que nada aprende com a humildade.
Enfim, a Oeste nada de novo...
Enfim, a Oeste nada de novo...
Subscrever:
Mensagens (Atom)

