E como é que eu traduzo: a whole box of goodness?
Uma caixa de Bom não soa lá muito bem, mas o conteúdo da caixa sabe pelo Céu...
1 de abril de 2014
31 de março de 2014
29 de março de 2014
Quero um forno solar
Ando rendida ao meu recuperador de calor, que eu pensava era mais uma pipa de dinheiro de investimento sem retorno. Enganei-me. E, por isso, ando numa de comprar um forno a lenha e mais um forno solar. Ora, eu não sabia o que era um forno solar e, ingenuamente, pensava que era só pensar querer um e, em modo capitalista: comprá-lo.
Pois... googlei a coisa e parece-me que os capitalistas como eu têm umas dificuldades acrescidas quando querem "go green".
Resultados da pesquisa:
- Construa o seu forno solar;
- O que precisa para fazer o seu forno solar;
- Método para fazer um forno solar;
- etc. dentro do "faça você mesmo".
Eu NÃO quero fazer um forno solar. Eu quero COMPRAR um forno solar. Agora, para ser "verde", a malta tem de se dar aos trabalhos manuais?
Lá encontrei um site que, pelos vistos, vende fornos solares para escolas (?!): deve ser para brincar às ecologias com os meninos... E encontrei um site que, efectivamente, diz vender fornos solares mas que não me inspirou. Querem ver que ainda tenho de ir à Amazon.com? (ao menos lá, até livros de receitas há para cozinhados em fornos solares).
Regresso às buscas...
Pois... googlei a coisa e parece-me que os capitalistas como eu têm umas dificuldades acrescidas quando querem "go green".
Resultados da pesquisa:
- Construa o seu forno solar;
- O que precisa para fazer o seu forno solar;
- Método para fazer um forno solar;
- etc. dentro do "faça você mesmo".
Eu NÃO quero fazer um forno solar. Eu quero COMPRAR um forno solar. Agora, para ser "verde", a malta tem de se dar aos trabalhos manuais?
Lá encontrei um site que, pelos vistos, vende fornos solares para escolas (?!): deve ser para brincar às ecologias com os meninos... E encontrei um site que, efectivamente, diz vender fornos solares mas que não me inspirou. Querem ver que ainda tenho de ir à Amazon.com? (ao menos lá, até livros de receitas há para cozinhados em fornos solares).
Regresso às buscas...
28 de março de 2014
O meu bisavô estaria tão contente
Se fosse vivo, o meu bisavô Manuel estaria feliz com o equipamento alternativo da Selecção Portuguesa. Monárquico convicto (como, aliás, a minha família materna) regozijar-se-ia que o azul e branco da bandeira dos tempos do Senhor D. Manuel e da Senhora Dona Amélia fossem as cores escolhidas para representarem este país estraçalhado por uma República que ele acharia a maior lástima que acometera o país.
Pensando nisso, nem consigo imaginar o que o meu querido bisavô pensaria destes tempos que vamos vivendo...
Pensando nisso, nem consigo imaginar o que o meu querido bisavô pensaria destes tempos que vamos vivendo...
26 de março de 2014
21 de março de 2014
A Mãe faria hoje 72
A Mãe faria hoje 72. Menos do que o Sam Riley que morreu anteontem. Menos do que o Pai que os fez em Outubro. A Mãe morreu sem saber o que são cabelos brancos e vida longa. Morreu sem saber o que são netos ou que as filhas chegariam ao Aqui a que chegaram.
Hoje falei com ela num momento, um diálogo mudo como se fosse um dos nossos diálogos recíprocos de quando Ela habitava na nossa materialidade. Pergunto-lhe sempre se sente orgulho de nós. Hoje percebi lucidamente que se eu fosse a Mãe teria orgulho ao ver-nos e saber-nos o que somos. Nem sempre sinto isso porque sei que A terei defraudado um cento de vezes ainda que saiba que há só uma única e singular coisa de que me arrependo na vida e da qual sei que Ela não se orgulha de mim.
Aprendi. Aprendi, Mãe, que é preciso Vida para vermos o que não vemos quando somos mais novos e pensamos que a vida nos vai fugir. A vida é breve mas não tão assim. Chegar aqui é um privilégio para o nosso entendimento humano das coisas. Desejo tanto o direito ao erro como insisto na penitência por merecer castigo e depois acho que o castigo já foi demais e volto a pensar que ainda é de menos e que nada nunca apagará o erro ou sanará a minha consciência. Enfim. Mas tirando isso acho que talvez não te tenha defraudado as expectativas. A Mana sei que nunca te defraudou. olho para a vida dela imbuída de um orgulho tal que parece que sufoco. E, sabes, olho para os meus sobrinhos tão pequeninos e já a adorarem-se tanto e vejo-me a mim e à Mana educadas por Ti para nos amarmos sempre e nos ampararmos. Estamos a dar-lhes o que nos deste e eles são tão teus filhos como nossos no Amor que nos ensinaste.
Apanhaste-me hoje desprevenida ou talvez mais frágil porque há desejos que, por se começarem a materializar, nos desestabilizam. Acho que sabias que isto ia chegar e me avisaste antes de eu saber. Se calhar é este tempo cinzento que me alterou o humor ou a leitura do que estive a ler que me é penosa na sua veracidade e por ser toda nós. Não sei. ainda pensei deixar passar a data em claro sabendo que não o iria fazer. Adiei ao máximo confrontar-me com hoje e não lembrei à Mana o dia apesar de já tanto hoje nos termos falado. Sei que hoje eu e pai não falaremos. É demasiado doloroso ressuscitarmos saudades partilhadas da Tua ausência. Fingimos que hoje não é nada de especial e fazemos os três o luto à nossa maneira.
Ó Mamã, tenho sempre tantas saudades...
Hoje falei com ela num momento, um diálogo mudo como se fosse um dos nossos diálogos recíprocos de quando Ela habitava na nossa materialidade. Pergunto-lhe sempre se sente orgulho de nós. Hoje percebi lucidamente que se eu fosse a Mãe teria orgulho ao ver-nos e saber-nos o que somos. Nem sempre sinto isso porque sei que A terei defraudado um cento de vezes ainda que saiba que há só uma única e singular coisa de que me arrependo na vida e da qual sei que Ela não se orgulha de mim.
Aprendi. Aprendi, Mãe, que é preciso Vida para vermos o que não vemos quando somos mais novos e pensamos que a vida nos vai fugir. A vida é breve mas não tão assim. Chegar aqui é um privilégio para o nosso entendimento humano das coisas. Desejo tanto o direito ao erro como insisto na penitência por merecer castigo e depois acho que o castigo já foi demais e volto a pensar que ainda é de menos e que nada nunca apagará o erro ou sanará a minha consciência. Enfim. Mas tirando isso acho que talvez não te tenha defraudado as expectativas. A Mana sei que nunca te defraudou. olho para a vida dela imbuída de um orgulho tal que parece que sufoco. E, sabes, olho para os meus sobrinhos tão pequeninos e já a adorarem-se tanto e vejo-me a mim e à Mana educadas por Ti para nos amarmos sempre e nos ampararmos. Estamos a dar-lhes o que nos deste e eles são tão teus filhos como nossos no Amor que nos ensinaste.
Apanhaste-me hoje desprevenida ou talvez mais frágil porque há desejos que, por se começarem a materializar, nos desestabilizam. Acho que sabias que isto ia chegar e me avisaste antes de eu saber. Se calhar é este tempo cinzento que me alterou o humor ou a leitura do que estive a ler que me é penosa na sua veracidade e por ser toda nós. Não sei. ainda pensei deixar passar a data em claro sabendo que não o iria fazer. Adiei ao máximo confrontar-me com hoje e não lembrei à Mana o dia apesar de já tanto hoje nos termos falado. Sei que hoje eu e pai não falaremos. É demasiado doloroso ressuscitarmos saudades partilhadas da Tua ausência. Fingimos que hoje não é nada de especial e fazemos os três o luto à nossa maneira.
Ó Mamã, tenho sempre tantas saudades...
20 de março de 2014
Sam J. Riley, 1939-2014
I was looking forward for Paris next May and am still caught up by the wordless Unexpected.
I will miss your genteel manners and your overall Southern gentlemanlyness. It was a pleasure, for you sure had a way to make us laugh, and an honor to have crossed paths with you. Now that everybody is remembering you, it warms my heart to realise that fond memories were kept of you in that Port wine tasting back in 2008. The sunny weather became you, as did that red bow tie.
Dear Sam, you will be missed. One-hit wonders will never be the same without you to keep track!
RIP
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