terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Sporting 1 - Benfica 4 (QUATRO?!)

Bem... esta é por todas as vezes que eu digo que o Benfica só me dá tristezas: cala-te boca!

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Hoje fui visitar a Mãe...

... e já lá não ia há algum tempo. Eu sei que a Mãe não mora ali debaixo daquela laje de mármore e de flores que murcham com o tempo. Mas hoje fui lá e levava muitas coisas para lhe dizer e queria mostrar-lhe outras tantas. Sim, a Mãe não mora ali. Mas foi bom ir lá e eu já lá não ia há nem sei quanto tempo, bastante se levarmos em conta que durante os primeiros cinco anos depois de Ela morrer eu lá ia todas e todas as semanas, e caso eu cá não estivesse, incumbia alguém de lá ir. Tantas solidões ali naquele cemitério. Tantas vezes eu só e a chuva ali naquele cemitério, onde eu seguia os ritos de renovação de flores e de falar com ela com sílabas de voz. E tantas vezes eu ao crespúsculo fresco de Verão a ouvir os grilos que acordavam do calor ali entre as paredes alvas e ermas do cemitério - a morada da Mãe. Tantas vezes na angústia. Umas vezes a correr, outras em pausas de quem está cansada demais e só a mecanicidade empresta um simulacro qualquer de actividade. Despedi-me muitas vezes. Despedidas para as viagens dos sonhos que aconteciam. Despedidas para as viagens das primeiras conferências e do nervoso todo. Fui lá buscar o conforto da companhia em vezes sem conta. Aquela irracionalidade que compartilhamos com os elefantes que afagam os ossos dos mortos do clã. Eu ia lá assim, nessa animalidade. E também lá fui alegre, nos júbilos das coisas boas, na alma pacificada por nada ter ficado por dizer e nenhum beijo ter ficado por dar. Hoje fui lá num repente, daqueles que rasgam a mente e nos impelem. Queria falar com Ela.
Falo muito com Ela. Mas hoje as sílabas com voz não saíram. A voz tolheu-se. Também, de que é que servia a verbalização do pensamento se Ela sabia o que eu lhe ia dizer? Acho que foi isso. Não fazia sentido a grandiloquência da oralidade. E depois, bem, depois Ela só ali tem um invólucro, um nada perecível, uma casca de um casulo do qual Ela há muito se libertou.
Sim, Ela sabia o que eu lhe ia dizer. Mas e eu? Eu sei o que Ela me ouve, a única coisa que eu, às vezes, e hoje em particular, queria era ouvir Dela. Ouvir uma resposta:
- Mãe, orgulhas-te daquilo em que eu me tornei?

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Dando música...

E como o pc continua morto e eu ainda não tive tempo de ir comprar outro (ando a pensar numa coisa pequenina encarnada que fique bem numa capa toda fashion, que tal?), venho dar música ao blog.
É a única coisa que gosto do senhor em questão. Enjoy! (if you can, naturally!)

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Big, big f+*#!!

O meu pc morreu!!!
E eu com a vida toda lá dentro: livros, artigos, palestras, conferências, fotos e miudezas que tais!

Sim... estupidamente só me lembro de back-ups nestas ocasiões... A Vida não é bela?

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Que stress!!!


HEEEEEEELLLLLP!!!!!, que já nem sei de que terra sou!
Quem foi a inteligência rara que inventou a vida moderna?!

quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

O Orçamento da Pen Drive


Regresso eu de uns dias de fins do mundo, longe da voragem da informação e do quotidiano e eis que me deparo com o meu país em estado de graça (graça no sentido hilariante em que esta nação é pródiga, benz'a Deus).
Estando a Blonde na cozinha em (des)preparos de jantar com a TV ligada no noticiário e não é que interrompem a emissão, não uma, mas duas vezes, para um directo da entrega da pen com o Orçamento de Estado?! Fiquei parva! As hordas de jornalistas e cameramen à molhada para filmarem o momento da entrega... da pen. Isto é normal?

domingo, 24 de Janeiro de 2010

Sardinhada à espanhola


Sol. Esplanada. Mar. Espanha. Blonde pede sardinhas.

No comments...


PS - Estão fritas e acompanhadas por batata frita para o caso de estarem tão aparvalhados com a imagem como eu fiquei com a coisa real.